quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CRISTÃOS E MUÇULMANOS: UMA LONGA HISTÓRIA DE CONFLITOS



Fazendo uma pesquisa sobre o Cristianismo e os Muçulmanos, encontrei esse artigo no portal do Instituto Presbiteriano Makenzie e achei interessante postar aqui para arquivo próprio.. 

CRISTÃOS E MUÇULMANOS: UMA LONGA HISTÓRIA DE CONFLITOS

Alderi Souza de Matos

Introdução

Estamos acostumados a ouvir notícias sobre o relacionamento hostil entre palestinos e judeus em Israel. Vez por outra, também tomamos conhecimento de violentos choques entre muçulmanos e adeptos do hinduísmo e de outras religiões na Índia e em outros países asiáticos. Todavia, mais antigo e mais pleno de conseqüências para o mundo tem sido o relacionamento tenso - por vezes abertamente belicoso - entre cristãos e muçulmanos há quase 1400 anos. Os atentados terroristas nos Estados Unidos e outros países, as ações militares norte-americanas no Afeganistão e posteriormente no Iraque, e as iradas manifestações de muçulmanos em muitos países constituem mais um capítulo dessa longa história de conflitos.

1. O advento do islamismo

O Islamismo ou Islã foi fundado pelo mercador árabe Maomé (Muhammad, c.570-632) no início do século sétimo da era cristã. Essa que é a mais recente das grandes religiões mundiais sofreu influências tanto do judaísmo quanto do cristianismo, mas ao mesmo tempo opôs-se firmemente a ambos, alegando ser a revelação final de Deus (Alá). O livro sagrado do islamismo, o Corão (Qur`an), teria sido revelado pelo próprio Deus a Maomé, o último e maior dos profetas. A idéia básica do islamismo está contida no seu nome - islã significa "submissão" plena à vontade de Alá e "muçulmano" é aquele que se submete. Os preceitos centrais dessa religião incluem a recitação diária de uma confissão ("Não existe Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta"), bem como a prática da caridade e do jejum, sendo este último especialmente importante durante o dia no mês sagrado de Ramadã. O culto é regulado de maneira estrita. Os fiéis devem orar cinco vezes ao dia, de preferência em uma mesquita ou então sobre um tapete, sempre voltados para Meca, a cidade sagrada do islã, na Arábia Saudita. Nas sextas-feiras, realizam-se cerimônias especiais. A peregrinação a Meca ao menos uma vez na vida também é uma prática altamente valorizada.

Desde o início o islamismo foi uma religião aguerrida e militante, marcada por intenso fervor missionário. Um conceito importante é o de jihad, ou seja, o esforço em prol da expansão do islã por todo o mundo. Esse esforço muitas vezes adquiriu a conotação de guerra santa, como aconteceu de maneira especial no primeiro século após a morte de Maomé, em 632. Movidos por um profundo zelo pela nova fé, os exércitos muçulmanos conquistaram sucessivamente a península da Arábia, a Síria, a Palestina, o Império Persa, o Egito e todo o norte da África. Nesse processo, o cristianismo foi enfraquecido ou aniquilado em muitas regiões nas quais havia sido extremamente próspero nos primeiros séculos. Lugares como Antioquia, Jerusalém, Alexandria e Cartago, onde viveram os Pais da Igreja Orígenes, Cipriano, Tertuliano e Agostinho, foram permanentemente perdidos pelos cristãos. Em 674, os muçulmanos lançaram os seus primeiros ataques contra Constantinopla, a grande capital cristã do Império Bizantino.

No ano 711, os mouros atravessaram o estreito de Gibraltar sob o comando de Tarik (daí Gibraltar, isto é, "a rocha de Tarik") e invadiram a Península Ibérica, ocupando a maior parte do território espanhol. Em seguida, atravessaram os Pirineus e penetraram na França, mas foram finalmente derrotados por um exército cristão comandado por Carlos Martelo, o avô de Carlos Magno, na batalha de Tours, em Poitiers, no ano 732. É verdade que, tanto no Oriente Médio e no norte da África quanto na Península Ibérica, os sarracenos foram relativamente tolerantes com os cristãos e os judeus. Estes geralmente não eram forçados a se converterem ao islamismo, mas tinham de pagar um imposto caso não o fizessem. Em todas essas regiões, muitos acabaram aderindo à nova religião. Em diversas áreas que conquistaram, os seguidores de Maomé criaram grandes centros de civilização, como foi o caso de Bagdá, do Cairo e da Espanha. O Califado de Córdova foi marcado por notável prosperidade, destacando-se pela sua belíssima arquitetura, seus elaborados arabescos, seus avanços nas ciências, literatura e filosofia.

2. As Cruzadas

O avanço islâmico teve profundas repercussões para o cristianismo. Como vimos, a Igreja Oriental ou Bizantina foi seriamente enfraquecida, tendo perdido algumas de suas regiões mais prósperas. A Igreja ocidental ou romana voltou-se mais para o norte da Europa. Com isso, o cristianismo tornou-se mais europeu e menos asiático ou africano. Também foi acelerado o processo de separação entre as Igrejas grega e latina. Outro problema para os cristãos foi a mudança da sua postura com relação à guerra e ao uso da força. Desde o início, os cristãos tinham aprendido de Cristo e dos apóstolos a prática do amor e da tolerância no relacionamento com o próximo. Agora, num mundo cada vez mais hostil à sua fé, eles acabaram abandonando muitos de seus antigos valores e passaram a elaborar toda uma série de justificativas filosóficas e teológicas para legitimar a violência em certas situações. Esse processo havia se iniciado com a aproximação entre a Igreja e o Estado a partir do imperador Constantino, no quarto século, tendo se intensificado nos séculos seguintes. Num primeiro momento, legitimou-se o uso da força contra grupos cristãos dissidentes ou heréticos, como os arianos e os donatistas. Séculos mais tarde, os cristãos haveriam de articular a sua própria versão de guerra santa, dirigindo-a principalmente contra os muçulmanos.

A maior, mais prolongada e mais sangrenta confrontação entre cristãos e islamitas foram as famosas Cruzadas, que se estenderam por quase duzentos anos (1096-1291). Antes disso, a cristandade já havia começado a lutar contra os muçulmanos na Espanha, no que ficou conhecido como a Reconquista, intensificada a partir de 1002 com a extinção do Califado de Córdova. Desenvolveu-se, assim, a partir da Península Ibérica, uma forma de catolicismo agressivo e militante, que haveria de estender-se para outras partes do continente. As cruzadas foram um fenômeno complexo cuja causa inicial foi a impossibilidade de acesso dos peregrinos cristãos aos lugares sagrados do cristianismo na Palestina. Por vários séculos, os árabes haviam permitido, salvo em breves intervalos, as peregrinações cristãs a Jerusalém, e estas haviam crescido continuamente. Todavia, a situação mudou quando os turcos seljúcidas, a partir de 1071, conquistaram boa parte da Ásia Menor e em 1079 a cidade de Jerusalém, fazendo cessar as peregrinações. Com isso surgiu na Europa um clamor pela libertação da Terra Santa das mãos dos "infiéis".

A primeira cruzada foi pregada pelo papa Urbano II, em Clermont, na França, em 1095, sob o lema "Deus vult" (Deus o quer). Depois de uma horrível carnificina contra os habitantes muçulmanos, judeus e cristãos de Jerusalém, os cruzados implantaram naquela cidade e região um reino cristão que não chegou a durar um século (1099-1187). A quarta cruzada foi particularmente desastrosa em seus efeitos, porque se voltou contra a grande e antiga cidade cristã de Constantinopla, que foi brutalmente saqueada em 1204. A oitava cruzada encerrou essa série de campanhas militares que trouxe alguns benefícios, como o maior intercâmbio entre o Oriente e o Ocidente e a introdução de inventos e novas idéias na Europa, mas teve efeitos adversos ainda mais profundos, aumentando o fosso entre as Igrejas latina e grega e gerando enorme ressentimento dos muçulmanos contra o Ocidente cristão, ressentimento esse que persiste até os nossos dias.

3. A Reconquista

É verdade que alguns cristãos daquele período tiveram uma atitude mais construtiva em relação aos islamitas, procurando ir ao seu encontro com o evangelho e não com a espada. Tal foi o caso de alguns dos primeiros membros das novas ordens religiosas surgidas no início do século XIII, os franciscanos e os dominicanos. O mais célebre missionário aos muçulmanos foi o franciscano Raimundo Lull (c.1232-1315), de Palma de Majorca, que fez diversas viagens a Túnis e à Argélia. Todavia, o espírito predominante do período foi o de beligerância não só contra os muçulmanos, mas mesmo contra grupos cristãos dissidentes, como foi o caso dos cátaros ou albigenses, no sul da França, aniquilados por uma cruzada entre 1209 e 1229. Também data dessa época o estabelecimento da temida Inquisição. Na Espanha, a Reconquista tomou ímpeto no século XIII e a partir de 1248 os mouros somente controlaram o Reino de Granada. Nos séculos XII e XIII, nesse contexto de luta contra os mouros, houve o surgimento de Portugal como um reino independente.

O Reino de Granada foi finalmente conquistado pelos reis católicos Fernando e Isabel em 1492, o mesmo ano do descobrimento da América. Após um período inicial de tolerância, foi lançada contra os mouros uma campanha de terror visando forçar a sua conversão e finalmente, em 1502, todos os muçulmanos acima de catorze anos que não aceitaram o batismo foram expulsos, assim como havia acontecido com os judeus dez anos antes. Sob a liderança de Tomás de Torquemada, a Inquisição espanhola, organizada em 1478, voltou-se de maneira especial contra os mouriscos e os marranos (muçulmanos e judeus convertidos ao cristianismo) acusados de conversão insincera.

Ao mesmo tempo em que o islamismo sofria essas pesadas perdas na Península Ibérica, obtinha estrondosos sucessos no Oriente Médio e na Europa oriental. Um novo poder islâmico, os turcos otomanos vindos da Ásia Central, depois de se estabelecerem firmemente na Ásia Menor, invadiram em 1354 a parte européia do Império Bizantino, gradualmente estendendo o seu domínio sobre os Bálcãs, em regiões que estiveram há alguns anos nos noticiários (Sérvia, Bósnia-Herzegovina, Albânia). Em 1453, eles tomaram Constantinopla (hoje Istambul), selando o fim do antigo Império Romano Oriental e impondo novas e pesadas perdas à Igreja Ortodoxa. Nos séculos XVI e XVII, os exércitos turcos haveriam de cercar por duas vezes Viena, a capital da Áustria (1529 e 1683).

4. Os dois últimos séculos

Um período especialmente humilhante para os muçulmanos diante do Ocidente cristão foi o colonialismo dos séculos XIX e XX, em que virtualmente todas as regiões islâmicas do Oriente Médio e do norte da África ficaram sob o domínio de países europeus como a França, a Inglaterra, a Itália e a Espanha. Até o início do século XIX, aquelas regiões tinham sido parte do vasto Império Otomano, com sua capital em Istambul. Com o colonialismo chegaram os missionários, tanto católicos como protestantes, com suas igrejas, escolas e hospitais. Após a Primeira Guerra Mundial, à medida que as novas nações árabes foram alcançando a sua independência, houve o crescimento do sentimento nacionalista e a reafirmação dos valores islâmicos. Ao mesmo tempo, o islamismo há muito havia ultrapassado os limites do mundo árabe, tendo alcançado, além dos persas e dos turcos, muitos outros povos na África e na Ásia, chegando até a Indonésia, hoje a maior de todas as nações muçulmanas, com mais de 100 milhões de habitantes. Em muitas dessas nações, árabes ou não, a presença de populações cristãs tem produzido graves conflitos entre os dois grupos, como tem ocorrido muitas vezes na Indonésia. Um acontecimento pouco divulgado foi o pavoroso genocídio promovido pelos turcos contra os armênios cristãos no início do século XX.

Outro evento que acabou por gerar nova animosidade entre os países muçulmanos e o Ocidente cristão foi a criação do Estado de Israel, em 1948, e a percepção de que o Ocidente, principalmente os Estados Unidos, apóia incondicionalmente o Estado Judeu em sua luta contra os palestinos e outros povos árabes. Dois novos ingredientes nessa luta foram o súbito enriquecimento de algumas nações árabes com a exploração do petróleo e o surgimento do fundamentalismo militante entre os xiitas, uma antiga facção islâmica minoritária ao lado da maioria sunita. A militância islâmica tem gerado várias revoluções e o surgimento de regimes islâmicos, como aconteceu há alguns anos no Irã. Além do apoio dos Estados Unidos a Israel, os fundamentalistas se ressentem da presença de tropas americanas na Arábia Saudita, o berço do islã, e da influência cultural do Ocidente nos seus respectivos países, vista como danosa para a sua fé e seus valores tradicionais.

Neste início do século 21, o islamismo representa o maior desafio para o cristianismo, em diversos sentidos. A invasão do Iraque e a enorme violência fratricida dela resultante têm sido muito negativas para a imagem do cristianismo junto aos muçulmanos. Ao contrário do que foi propalado no início da ocupação, as ações do presidente George W. Bush com o respaldo de muitos cristãos americanos não têm sido benéficas para a causa do evangelho no mundo islâmico. A situação dos cristãos que vivem em países muçulmanos também se agravou muito nos últimos anos. Como um dos "povos do livro" (expressão aplicada aos judeus e cristãos, visto serem mencionados no Corão), os cristãos precisam reconhecer os muitos erros cometidos contra os muçulmanos ao longo da história e renovar a sua determinação de contribuir para o bem-estar político, social e espiritual dos herdeiros de Maomé.

Perguntas para reflexão:
  1. Existe hoje, no Ocidente, uma atitude de crescente simpatia pelo islamismo, seus valores e sua cultura. Como os cristãos devem posicionar-se a esse respeito?
  2. Para um grande número de ocidentais, o interesse de muitos cristãos pela evangelização do mundo islâmico é algo "politicamente incorreto". O que se pode dizer disto?
  3. É legítima a contínua associação feita pelos muçulmanos entre as ações de governos e empresas ocidentais e o cristianismo? É lícito concluir que as ações políticas, militares e econômicas do Ocidente no mundo islâmico são motivadas por preocupações cristãs ou aprovadas pelos cristãos em geral?
  4. Os muçulmanos gozam de plena liberdade e tolerância religiosa no Ocidente, mas negam esses direitos aos cristãos no mundo islâmico. O que isso revela acerca do islamismo?
  5. De que maneiras os cristãos podem apoiar as reivindicações legítimas dos muçulmanos sem deixar de criticar os aspectos condenáveis do islamismo e sem se omitir nas suas responsabilidades missionárias para com o mesmo?
Sugestões bibliográficas:
  • ARMSTRONG, Karen. Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no cristianismo e no islamismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
  • BERTUZZI, Federico A. (Ed.). Rios no deserto: palestras sobre a evangelização de muçulmanos. São Paulo: Sepal, 1993.
  • CANER, Ergun Mehmet, e CANER, Emir Fethi. O islã sem véu: um olhar sobre a vida e a fé muçulmana. São Paulo: Editora Vida, 2004.
  • LO JACONO, Cláudio. Islamismo: história, preceitos, festividades, divisões. São Paulo: Globo, 2002.
  • RASHID, Ahmed. Jihad: a ascensão do islamismo militante na Ásia Central. São Paulo: Cosac e Naify, 2003.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

2016 O TEMPO DE MILAGRES CHEGOU POR WALLISSON BARROS

2016...Um ano que será marcado pelo Poder e Glória de Deus, um tempo onde milagres, curas, sinais e prodígios acontecerão. Um tempo de AVIVAMENTO pessoal, de ver o sobrenatural de Deus quebrando as barreiras e fronteiras do natural. Ano de avanço, de crescimento, de colheita abundante. Um ano marcado e cercado com graça e favor dos céus. ANO DE COLOCAR OS PÉS NAS ÁGUAS E VER MARES SE ABRIREM COM O PODER SOBRENATURAL DA FÉ.

Um ano favorável no Senhor para o conhecimento da Glória de Deus, um ano onde a fé dará o ritmo da caminhada, e aqueles que atentarem aos sinais e sussurros no espírito serão alavancados para um nível maior, outro degrau de aceleração e rompimento em muitas áreas pessoais.

Uma unção poderosa nesse ano que se levanta para levantar, unção que colocará homens e mulheres de Deus na rota certa, atentando para o tempo e as estações próprias de cada fruto no Senhor, um tempo de aceleração como nunca antes na Igreja, no Corpo de Cristo, homens e mulheres de Deus se levantando no espírito de profecia, discernimento espiritual aguçado, palavra de conhecimento e sabedoria operando forte em líderes nesse ano.Tempo de separar os "homens dos meninos na fé", tempo de ajustes pessoais, de mudanças radicais por dentro em áreas que tem freiado o avanço da Igreja.

Um ano de EDIFICAÇÃO, um ano aceitável diante de Deus para restaurações, ano de manifestações sobrenatural em todas as esferas, no espírito, na alma e no corpo, ano de restituição, um ano onde o próprio espírito da fé estará sinalizando nos corações dos sedentos dos que tem fome e sede de justiça, esses serão fartos nesse ano.


Um ano onde um dia valerá por mil anos, e mil anos se abreviará em um dia, ano de crescimento financeiro para aqueles que souberem e ouvirem os sinais de como se moverão nesses dias que virão, será um ano de oportunidades diante de um cenário de crise, Deus fará a água brotar da rocha, fará do impossível, possível, fará do nada o tudo, fará da falta a fartura para aqueles que atentarem para o conselho do Espírito de sabedoria e de revelação.
Ano de selecionar amizades, ano de ser seletivos com quem vai compartilhar seus sonhos e projetos, ano de se aprofundar com os que estão se aprofundando em conhecer o Deus de toda glória e suficiência.

Um ano de decisões e associações pelo espírito, um ano de recarregar as forças e adentrar com tudo para a perfeita vontade de Deus, um ano carregado de oportunidades e encontros promovidos e de promoções através do próprio Deus, encontros que te levarão a um nível maior, encontros que te impulsionarão para o melhor de Deus, encontros onde a qualificação se encontrará com a oportunidade dada por Deus.


Homens que se levantam NO SENHOR E PELO SENHOR pra levantar outros.

2016 também será um ano onde o Senhor trará juízos em áreas, trará o oculto a tona, trará luz e clareza a tudo que está nas trevas, um ano de ajustes no Reino, um ano de colocar pessoas certas em lugares certos guiados pelo Espírito, que o próprio Deus estabelecerá, um tempo onde muitos cairão em si e voltarão ao primeiro amor e as primeiras obras, um tempo onde as meninices desaparecerão de muitos por causa da unção, as coisas de menino passando e o tempo de maturidade aflorando, o entendimento espiritual, discernindo e comparando coisas espirituais com o discernimento espiritual, tempo onde aqueles que buscarem verdadeiramente a face do Senhor a encontrarão, e encontrarão juntamente com a face dEle, as mãos abençoando em toda as fases e etapas nesse novo ano.


Um ano de um novo ciclo, um ano de JUBILEU, um ano de trazer a memória aquilo que traz esperança, um tempo de MILAGRES, TEMPO DE MILAGRES, TEMPO DE MILAGRES.
TEMPO DO SOBRENATURAL, tempo do mundo ser atraído com o PODER e as MANIFESTAÇÕES do Espírito Santo que estará fluindo com todo o vapor, com toda força e eficácia sobre os filhos de Deus, chamados sendo aflorados e aqueles que já estão no Ministério uma unção dobrada e específica será derramada, via ficar mais fácil, vai ficar mais fácil, coisas serão compartilhadas pelo Espírito pessoas dirigindo, andando nas ruas, nos ônibus, em casa, em sonhos, coisas que o Espírito Santo está manifestando pra esse tempo e essa estação na face da Terra, sendo compartilhadas aos corações que o Altíssimo tem encontrado com fidelidade, humildade e livre de rancor.

Um ano marcado por um grande avanço da Igreja de Deus, um ano onde o inferno recuará e perderá militantes que serão julgados com o sopro da boca de Deus, homens que tem se levantado para afrontar o Deus vivo, com leis e coisas que tem ultrajado o caráter de Deus, pessoas serão julgadas nesse ano, pessoas levianas, pessoas que estão em posições altas mas que não tem honrado o nome do Senhor em meio ao seu convívio.

Esse também é um ano de observância na conduta e nas influências, o que pensa estar em pé cuide que não caia, tempo de buscar com toda intensidade as coisas do alto, mergulhar no Espírito, nas profundezas de Deus.

ESSE É 2016 O ANO DE MILAGRES. O TEMPO DE MILAGRES CHEGOU!!!

CREIA E RECEBA LUZ E REVELAÇÃO NO SEU HOMEM INTERIOR...

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA...

WALLISSON BARROS http://wallissonbarros10.blogspot.com.br/